Biometria palmar traz modernização para o transporte público
Mobilidade Urbana: Biometria palmar traz modernização para o transporte público no Brasil
Tecnologia de Biometria palmar apresentada no Seminário IRIS revoluciona o modelo tradicional de bilhetagem e usa leitura vascular para validar passagens com fricção zero e 100% de precisão
A cena do passageiro tateando os bolsos em busca do cartão de transporte ou enfrentando filas nas catracas dos terminais nos horários de pico pode estar com os dias contados no Brasil. A próxima grande revolução da mobilidade urbana sobre trilhos promete aposentar não apenas os bilhetes físicos, mas também contornar incidentes de acessos nos meios de transporte nas vias públicas.
A aposta do setor atende pelo nome de autenticação palmar vascular (Biometria palmar). A tecnologia, desenvolvida pela Biostation, spinoff de segurança digital da DINAMO Cyber Security Company, será apresentada no próximo dia 06 de agosto durante o Seminário IRIS (Instituto de Regulação, Inovação e Sustentabilidade), no Hotel Renaissance, em São Paulo.
O encontro reunirá grandes nomes do setor, como Inês Coimbra (PGE-SP), Júlio Castiglioni (Metrô SP), Wagner Rosário (TCE-SP), André Isper (ARTESP), André Salcedo (Motiva), Marco Zanini (Biostatio-DINAMO) e Ana Patrízia (ANPTrilhos), além de representantes do BNDES e do Banco Mundial. Os debates serão divididos em três painéis centrais, abordando desde Governança, Controle e Regulação até Financiamento e Expansão da Infraestrutura, culminando nas discussões sobre Inovação, Sustentabilidade e Autoprodução de Energia no transporte metroferroviário.

Biometria palmar no transporte
Atualmente, o modelo tradicional baseado em cartões inteligentes por aproximação até resolveu gargalos históricos, mas impôs limitações severas: a incapacidade de identificar o perfil real do passageiro, a vulnerabilidade a repasses indevidos de benefícios e o travamento do fluxo nas catracas.
A palma da mão passa a ser a própria chave de acesso segura à conta digital do passageiro. Na prática, isso permite que tarifas, descontos por uso frequente e integrações entre ônibus e metrô sejam calculados e debitados automaticamente, sem a necessidade de recarregar um cartão físico.
“A mobilidade metroviária irá superar o anonimato operacional. Quando migramos do cartão físico para a biometria palmar, eliminamos a falta de visibilidade sobre os perfis de usuários e estancamos as fraudes em gratuidades sem gerar constrangimentos no acesso. Mais do que apenas liberar catracas, estamos transformando o ponto de validação em um ecossistema de Mobilidade como Serviço (MaaS), permitindo um planejamento de rede inteligente, eficiente e totalmente orientado pelas necessidades reais de cada região”, explica Leonardo Araújo de Assis, CEO da Biostation.

Afinal, como funciona o mapeamento vascular?
A tecnologia utiliza um sensor de infravermelho capaz de mapear os vasos sanguíneos sob a pele da palma da mão, em segundos, gerando um padrão único e invisível a olho nu. A validação é feita sem qualquer contato físico (touchless), a até 10 centímetros de distância do leitor.
Além de garantir higiene e rapidez, a leitura do padrão interno evita os erros comuns do reconhecimento facial, que frequentemente falha na presença de máscaras, óculos escuros ou alterações de iluminação nas estações.
Em tempos de rígida fiscalização sobre a proteção de dados pessoais, a biometria palmar posiciona-se em conformidade direta com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) por operar sob o princípio do consentimento ativo: o usuário escolhe cadastrar sua mão para ter acesso facilitado.
Confira mais sobre a biometria palmar no vídeo:
“Diferente das câmeras de vigilância passiva no rosto, a biometria palmar não armazena fotos nem imagens brutas do cidadão. O padrão vascular, permite que a minucias biométricas dos passageiros sejam criptografadas e armazenadas dentro de cofres digitais ou hardware de alta segurança (Hardware Security Module – HSM). Mesma arquitetura criptográfica que sustenta as operações de maior criticidade do país, como o Pix e Sistema de Pagamento Brasileiro (SPB), garantindo que a identidade biológica do passageiro esteja totalmente blindada”, destaca Leonardo Araujo.
Sobre a Biostation
A Biostation é uma empresa brasileira especializada em soluções de autenticação digital e orquestração antifraude baseadas em biometria.
Nascida como spinoff da DINAMO Networks — referência em segurança digital e infraestrutura crítica de criptografia, com atuação em projetos como PIX e DREX — a marca reúne múltiplas tecnologias biométricas em uma plataforma unificada, segura por hardware criptográfico HSM, para garantir validação de identidade robusta em ambientes de alta criticidade.
Com foco em setores como saúde, educação, transportes, serviços públicos e financeiros, a Biostation oferece soluções que reforçam integridade, privacidade e governança de dados, reduzindo fraudes e aumentando a eficiência dos processos. A empresa traz ao mercado uma proposta de autenticação biométrica integrada, inteligente e alinhada às melhores práticas internacionais de segurança digital.
Saiba mais sobre a empresa: Aqui
What did you think of this news? Leave a comment below and/or share it on your social media. This way, we can inform more people about the hottest things in technology, science, innovation, and gaming!
This news was originally published in:
Original source
